Bruninho relata o super feriadão de Finados da última terça-feira.

Comentar Compartilhe Imprimir

Hoje não sou eu que vos escreve, por pura preguiça. O colega Thales Belchior, da F46 Open, relata pra nós toda a loucura da viagem que foi o feriado de finados:

 

Um Fiat Idea, um iPhone com pouca bateria (Seu celular ta viciado bruno, lamento informar!), 200 reais na carteira de cada um e 4 dorgados, isso não pode acabar bem!

 

Lucas Masid (Porta-voz), Bruno Castello (Navegador), Felipe Prado (Piloto) e Thales Belchior (The Gay Boss) começaram sua viagem rumo a Volta Redonda para andar de kart.

 

Na hora que eu, Thales, entrei TRIUNFALMENTE no carro (Sério mesmo, abri a garagem na minha tradicional pose de galã gay), a trupe estava completa, rumo a Volta Redonda!

 

Até ai beleza, mas na gloriosa rua Alzirão surge a idéia genial, nossa bateria em VR era só as 18h e o amigo do Prado que ia andar de Kart próprio já tinha ido, vamos dar uma esticada em Guapi!!!

 

Ai o que seria uma viagem comum se transformou em uma incrível saga, começando com um ligação para a nossa querida amiga Camila, que nos deu o numero para marcar a nossa bateria.

 

A partir daí, o que seria uma simples marcação se tornou outra saga a parte, Lucas Masid, nosso porta-voz pegou o telefone e fez a ligação, demoraram para atender e quando atenderam, nosso amigo Lucas falou NOVE “Oi!” em sequencia, não é brincadeira, foram nove e já estávamos rindo muito no carro.

 

Nisso o Lucas finalmente consegue se entender com o cara que estava falando e este nos dá outro telefone, que ligamos, a partir daí, o seguinte dialogo macabro ocorreu:

- Oi, eu quero marcar uma bateria pra correr hoje!
– A gente não vende bateria não!
– Ahn?
– Não vendo bateria não!
– Não não! A gente quer marcar uma bateria pra correr, de kart!
– Correr aonde? Guapimirim?
– Sim! Guapi, as 12h.
– Ok, vou te passar o OUTRO telefone para você marcar lá.

 

E eis que finalmente, na quarta ligação, conseguimos marcar nossa bateria em Guapimirim e começamos nossa viagem rumo a Guapi.

 

O único problema é que nós podíamos estar indo para qualquer lugar, MENOS para Guapi, nós conhecemos a entrada da Washington Luiz para a Santos Dumont, tem um viaduto e uma curva para a direita para entrar, inclinada, eis que passamos por um viaduto igualzinho, sem titubear, entramos lá…

 

FUDEU! A gente saiu numa mini-favelinha lá, Prado no seu momento dorgas fez um retorno na própria via, detalhe, se viesse qualquer carro mais rápido, já era, super pimba na gente!! Acompanhados pelos risos da galera da mini-favelinha.

 

Eis que nosso navegador finalmente dá o ar da graça, Bruninho Button puxa seu iphone e bota no GPS, foi ai que descobrimos que estávamos PELO MENOS 50km fora do caminho e começamos nossa jornada rumo a Guapi (Dessa vez certo!)

 

Mas não seria sem desafios! Bruninho, é um dorgado como navegador e ficava twittando e batendo papo com o Morcegay, fechando a porra do mapa TODA HORA. (Nota do blogueiro: Eu estava twittando, sim. Mas não era com o Morcego não…)

 

Eis que surge a figura de Thales como o chefe do carro, eu que decidia se a gente virava ou não, já que tinha que especular onde estávamos, a primeira curva eu acertei, da Dutra pra Vermelha e a segunda também da Vermelha pra Washington Luiz.

 

Mas isso era apenas para preparar o terreno para o primeiro grande FAIL da viagem, Bruno fechou a porra do mapa na hora da curva da Washington Luiz para a Santos Dumont, aquele viaduto que a gente já sabia, pois é, íamos na entrada certa, até eu gritar “NÃO PORRA, é a entrada errada!!” pronto, Prado voltou pra pista do meio e perdemos a entrada, tinha um retorno, mas tinha um caminhão bloqueando, nessa hora o Prado tira um pouco o pé e dá um NINJA para pegar o retorno, continuamos rumo a Guapi!!!

 

Chegamos lá de boa e cumprimentamos todo mundo, Bruninho estava maravilhado com a pista!

 

Eis que pagamos nossa bateria e fomos correr, a menina da recepção faz a seguinte pergunta para Pradonez: “Voce sabe o significado das bandeiras?”, não satisfeito com sua falta de moral em Guapi, o Fiscal escolhe exatamente o Prado para fazer a seguinte pergunta “Você já andou de kart?”, dessa vez querendo impor respeito, o mesmo fala que já andou de 125cc lá em Guapi, PURA MASCARA, estava garoando e demos a partida, nisso o super piloto de 125cc deixa o motor morrer! Super fail…

 

Alinhamos debaixo de uma leve chuva, eu em primeiro, Lucas em segundo, Prado em terceiro e Bruno em quarto, nisso o Prado usa o turbo da largada do Mario Kart, enquanto eu e o Lucas olhávamos um para o outro na largada, emparelhados, eis que surge PsicoPrado entre os dois e passa sem tomar conhecimento de nós dois!

 

A partir daí, o que rolou foi uma das melhores corridas que eu já corri, a organização em Guapi deixa muito a desejar, mas os karts estavam bons e a pista, nem preciso comentar, espetacular como sempre!

 

Masid, Bruno e eu travamos batalhas ferrenhas por posição e chegamos a passar meia volta com os 3 lado a lado!!! Bruno liderava (COM TODA A AUTORIDADE e vindo de trás depois de rodar 48398548 vezes) quando rodou no final e perdeu a posição pro Masid, mas tivemos mais ultrapassagens em Guapi só com NÓS 4 do que todas as baterias da F46 no Point esse ano!

 

Todo mundo já estava feliz e satisfeito, mas nossa viagem só estava começando…agora era rumo a VR!!

 

Eis que quando saímos do kartodromo, minha ilustre pessoa, o big boss da trupe grita “É por aqui! Vira ai!”, Prado foi decidido e não virou, quanto olhamos, víamos apenas uma estradinha de terra até um matagal imenso, enquanto o Prado ria do meu fail, ele simplesmente esquece de fazer uma curva, para no meio e quase que a nossa nave mãe, o Fiat Idea conheceu a dona Cerca Madeira…

 

Após muita tensão, conseguimos realizar a curva nos últimos milímetros e seguimos em frente, nisso surge um cachorro das profundezas do nosso lado, sem sacanagem, o Prado acelerou (Na velocidade que as ruas esburacadas de Guapi permite) o cachorro continuo acompanhando, com a missão decidida de “PULAR NA FRENTE DO CARRO”, ele deu umas 3 cabeçadas na roda dianteira do Prado, foi o momento Sexta Feira 13 da viagem, aquele cachorro eu tenho certeza, era um enviado do capeta.

 

Rodamos mais um pouco e encontramos uma placa de trem “Pare, Olhe, Escute” Piada pronta a gente não perdoa, grande Bruninho!!!

 

Logo após o trilho do trem, porém, percebemos que a piadinha havia sido infame, pois encontramos um cachorro andando no lado da rua igualzinho ao cachorro do capeta, só que sem as orelhas!! Totalmente carne viva!

 

Oficialmente, Guapi passa a ser conhecida como Canil do Inferno…

 

Ao finalmente sair do Labirinto, fizemos os retornos, éramos apenas elogios a Guapi e sua espetacular pista e espetaculares disputas quando chegamos a Washington Luiz… ninguem estava prestando muita atenção, afinal todos sabemos chegar a Volta Redonda, certo?

 

Errado.

 

Eis que Prado lê numa placa “São Paulo, retorno a frente” e faz o retorno, por sinal, passando por um viaduto cheio de propagandas, quem quiser curso de solda, favor ligar para 38573293!

 

Estávamos indo por um tempo, até que eu começo a ficar desconfiado…e pergunto

- Prado, tem certeza que estamos no caminho certo?
– Tenho cara! Olha lá o Pedágio!
– Porra brother, mas a gente nem passou de Belford Roxo!
– Que isso, já passamos a muito tempo!

 

Eu, assim como ele anteriormente, não arredei pé e perguntei para a atendente do pedágio, que era bonitinha, se estávamos na Dutra, após um olhar de desconfiança, achando que eu só podia estar de sacanagem, ele responde que não e nós fazemos o retorno, não antes de pagar o pedágio de 10 reais, valeu Prado!

 

Isso tudo seria evitado se nosso navegador estivesse com o seu GPS ligado, porém o iPhone do Bruno consumia 1% da bateria a cada suspiro! Estávamos por nossa conta, mas conseguimos chegar na Dutra! VITORIA que foi devidamente comemorada pelos integrantes da nave Idea!

 

Paramos para comer em Belford Roxo e admiramos o glorioso circuito local, que é extremamente cotado para entrar no calendário de 2011 da F46, por isso recomendo a todos que corram lá pelo menos uma vez, os karts são super modernos, contando inclusive com cintos de segurança! #PiadaPronta

 

Comemos no McDonalds, eu não queria, reclamei e ganhei uma comida gratuita (UI!), Prado se ofereceu para me comprar uma McOferta, eu prontamente aceitei, ele sugeriu o Quarteirão, eu aceitei também, porém precisava ser especial, com suco de Maracujá, com pelo menos dois potinhos de ketchup e com um brinquedinho (Que custava 1,50, por isso foi dispensado!).

 

Sentamos e comemos, falamos muita merda, inclusive sobre o Prado tentando entrar no Drive-Thru para estacionar, mas isso era apenas um prelúdio do que viria, ao sair do McDonalds fomos abastecer a nave mãe, sem problemas, só que tinha um cruzamento, eis que o Prado resolve fazer uma bandalha, um U proibido, ele só não viu que NA OUTRA CALÇADA tinha uma cabine de policia! Será que levamos multa? Será que não? Por via das duvidas saímos correndo feito desesperados e se alguém conseguiu anotar a placa, este policial é filho do MacGyver com a Pamela Anderson!

 

Na saída existia uma placa imensa, laranja escrito Saída, porém nosso piloto psicopata nos leva para os outro lado, numa estrada de terra marota, o erro, contudo, foi remediado prontamente e seguimos em paz nossa viagem rumo a VR, não antes de nosso navegador acabar com o ultimo suspiro de nosso iPhone GPS twittando… (Nota do blogueiro: ERA PRA ULTIMA LIGAÇÃO DAQUELA BATERIA, P… !!!! Culpa do GPS que comeu a bateria toda. :) )

 

Mas chegamos sem problemas em VR, porém por recentes decolagens psicoprádicas em quebra molas, criamos um bordão da nossa viagem, que era o grito "QUEBRA MOLAAAAAA", porque o Prado era o MESTRE em ignorar os quebra molas.

 

Quase erramos o caminho mais uma vez (Falha minha) porém chegamos no kartódromo e nos preparamos para a nossa segunda bateria do dia!

 

Chegamos no kartodromo e demos uma olhada nos karts próprios, honestamente senti uma pontada de inveja, vários karts absurdamente fora de serie, expostos ali nos boxes, existia um, inclusive, cromado, nosso colega Prado, super ninja, percebeu alguns chassis que estavam a venda, eu perguntei de que ano era, ele não sabia, precisava olhar na plaquinha de baixo…

 

Para nossa surpresa, NÃO TINHA PLAQUINHA, a galera arrancou! O motivo? O tradicional migué, vender um chassi 2002 como 2007, DANADOS!

 

Seguindo, fomos tentar adiantar nossa bateria, não seria difícil, afinal já havíamos corrido ali algumas vezes, fomos conversar com as atendentes, que por sinal, não chegam aos pés das atendentes espetaculares e simpáticas do TKB.

 

Para nossa surpresa não estávamos cadastrados e uma das atendentes simplesmente não queria nos deixar correr, ela repetia como se fosse um mantra “Só pode correr de 13hp depois de duas no 6,5hp”. Valeeeeeeeeeeeeeeeeeeeuuu, ir a paisana é simplesmente espetacular, após algum papo, não só vamos correr de 13hp, como também conseguimos o nosso desconto, não antes do momento mais comovente da viagem, Lucas, finalmente reconhecendo a mim como o BIG BOSS do grupo, pedindo para que eu assinasse como seu responsável, foi uma honra, a partir deste momento até o fim da viagem, eu era o pai provisório dele.

 

Pegamos nosso equipamento, correríamos com uma galerinha local, que era viciadinha no 6,5, mas que nunca tinha andado no 13hp, fomos pagar e eles ficaram nos encarando, eu fiquei para trás e eles não me reconheceram como membro do grupo, foi ai que rolou um dos papos emblemáticos da viagem

- “Porra, olha lá aqueles caras ali, tudo piloto, magricelo, a gente não vai nem acompanhar”
– “Voce vai correr com a gente também? Se prepara que tem uma galera marrenta na bateria aspirante a F1”
– “Eu sei po, são meus amigos, a gente não é tão bom assim não”
– “Po, bem reparei que você também é magrinho (?????), “pega leve” com a gente”

 

E eles simplesmente pararam de falar comigo, eu fiquei muito feliz por ter sido chamado de magrinho e meio puto pelo deboche, mas vida que segue e eis que vamos sentar nos nossos karts.

 

Eu estava numa enterprise, mas tinha uma chicane móvel entre eu e meus amigos, tratei de ultrapassa-la o quanto antes, mas não a tempo dele lerdar tudo na minha frente e eu fiquei muito pra trás no qualify, tive que fazer sozinho e sozinho você não tem referencia, perdi o kart de leve no primeiro hairpin e quase dei um banzai no barranquinho do lado, passado o mini susto continuei indo e conseguimos a terceira posição.

 

Prado largaria na pole, Masid em segundo, eu em terceiro e Bruninho em quarto, dada a largada, o Prado deu uma leve errada e eu consegui ganhar por um tempo a segunda posição, até a reta oposta.

 

A corrida foi movimentada, com altas trocas de posições, novamente alinhamos 3 karts lado a lado e disputamos ferrenhamente eu e o Masid, o Prado estava sobrando, mas esperava a gente para que disputássemos e o Bruno não repetiu a atuação fora de serie de Guapi.

 

Mesmo assim a corrida foi super divertida e ganhamos elogios do pessoal que observava, diria até que conseguimos algumas tietes em Volta Redonda! Obviamente elas estavam mais ligadas no piloto mais gato do grupo, eu, sem duvidas. Com o final da corrida, sentamos para beber algo e zuar, eis que eu tenho a idéia genial de pegar uma outra mesa, ela fecha quando eu a levanto, normal, mas e na hora de botar ela de volta?

 

ERA SIMPLESMENTE IMPOSSIVEL, a mesa parecia mais uma ratoeira, precisando do intelecto dos 4 do grupo para conseguirmos monta-la(Intelecto + 2 minutos e umas 5 tentativas frustradas!)

 

Após finalmente montarmos a Mesa “CILADA BINO”, pedimos uma batatinha com calabresa esperta e vimos uma cena simplesmente bisonha! Colocaram na mesma bateria 3 karts de 6,5hp indoor, bate bate e um Cadetinho, 6,5hp, SEM BORRACHÃO, super várzea.

 

Ninguem acreditava naquilo, era simplesmente ridículo, o cadetinho tinha um moleque de 10 anos no Maximo e tinha um monte de cego nos indoors, que pareciam uns tanques de guerra, obvio que aquilo deu merda e uma garota joselita levantou o moleque, ela errou a curva e acertou nas rodas dele, o kart levantou inteiro do chão, mas o garoto ficou bem, não antes dela tentar um banzai novamente no hairpin, neste momento, FINALMENTE os fiscais pedem pro garoto reduzir e deixar os tanques passarem, após esse momento #Piadadeportugues

 

Era o momento de irmos embora, mas não seria sem tensão, Prado estava no tradicional modo dele, avançou um sinal e errou o caminho, nesse momento o bruno já estava com o GPS guardado a tempos, viu o que dá ficar twittando com o morcego??? Se tivesse deixado pra arroizar depois, seria mais fácil! (Nota do Bruno: Já falei, não era com ele que eu estava falando. :) )

 

Após finalmente conseguirmos nos encontrar, graças a sugestões acertadas do BIG BOSS, rumamos de volta ao rio, não antes de mais momentos QUEBRA MOLA, alias foi nesse momento que surgiu o bordão como ele realmente é, Prado estava rindo e conversando, ninguém estava prestando atenção no quebra mola, quando surge uma placa nos avisando, na mesma hora eu gritei, QUEBRA MOLA, infelizmente o timbre da minha voz falhou e acabando saindo levemente fino, nada demais, porém o bordão pegou!

 

Para piorar, descobrimos que em VR eles colocam placas de quebra mola de sacanagem, ONDE NÃO EXISTEM QUEBRA MOLAS, mas seguimos rumo ao Rio. Com nossa viagem praticamente no meio, surgiu um dilema mortal, entre os homens no carro, por questão de privacidade, não revelaremos os nomes das meninas, porém era o seguinte:

“O que vocês prefeririam? 1 foda com a S.S. por 5 mil ou 10 fodas com a L. por 500 reais?”

 

Um super dilema realmente, eu respondi que não pagaria nada por nenhuma delas, porque amo muito a minha namorada (AMOR TE AMO! ASSINADO, THALES).

 

Descemos a serra, com o prado dando alguns banzais em caminhões e ficando entupido, eu tentei inventar o bordão “PARDAL”, mas QUEBRA MOLA é superior a PARDAL! Eis que encaramos mais um problema, nossa nave estava ficando sem combustível, entrava na reserva, sem problema, porque na reserva ainda tem um 40km, tudo bem Né?

 

Errado, simplesmente tem um trecho na Dutra que não tem UM posto de gasolina no sentido Rio, andamos, 10km e nada, tudo bem, andamos 20km e nada, só alguns postos do outro lado, andamos 30km e nada, foi ai que as coisas começaram a ficar tensas…Afinal nós estávamos em Queimados e eu tinha certeza que se nosso carro parasse, seriamos estuprados e queimados (ZORRA TOTAL WINS!) , além de que, andaríamos mais uns 50km até achar um posto, vide lei de Murphy.

 

No 37km, quando já estávamos prontos para pegar um retorno, eis que surge um posto salvador, o CH4, paramos o carro e abastecemos, o atendente de lá mandou seco pro prado “daí o dinheiro”, prado, um menino educado e de bons costumes, ficou embasbacado com tratamento, porém estávamos salvos, chegaríamos em casa inteiros, não apenas as cinzas (CASSETA E PLANETA!)

 

O resto da viagem transcorreu sem mais momento, Bruno e Masid apagaram no banco de trás e não quisemos incomoda-los, eu fui o primeiro a sair na nave e comecei a escrever o relato, nada mal para um cara que entrou na UFRJ tirando 2 em redação Né? (Veridico!)

 

Foi um dia fora do comum e só tenho que agradecer aos meus 3 companheiros Masid, Prado e Bruno pelas inúmeras risadas e piadinhas! Marcaremos novamente!

 

Fui!

 

Thales Belchior

Tags: , , ,

Esse post foi publicado de quarta, 3 de novembro de 2010 às 9:18, e arquivado em Blog, F46 Kart Racing. Você pode acompanhar os comentários desse post através do feed RSS 2.0. Você pode pular direto para o fim e deixar um comentário. Pings estão desativados.

Deixe um comentário